Ameaças aumentam 20.000% nas aulas EAD

Educação é um dos principais alvos de crimes no ciberespaço.

Uma pesquisa realizada recentemente pela Kaspersky revelou que os malwares disfarçados de aplicativos educacionais aumentaram 20.000% no primeiro semestre de 2020, comparado com o mesmo período do ano anterior (2019).  E os dados são ainda mais assustadores: o Brasil é o 5º país mais atacado por essas ameaças.

Com a pandemia, o sistema educacional brasileiro precisou aderir ao modelo de educação à distância (EAD), o que trouxe diversas facilidades, mas também, riscos aos alunos e professores no ciberespaço. Plataformas virtuais como o Zoom, viraram atrativos para cibercriminosos.

Segundo o próprio Roberto Rebouças, gerente-executivo da Kaspersky no Brasil, “Os cibercriminosos estão sempre de olho em temas populares para adaptar seus ataques e a pandemia foi uma fonte inesgotável de iscas para golpes. E a explosiva popularidade do Zoom com os educadores levou a app para o topo da lista de temas de ataques de malware.”

O Zoom foi a plataforma que liderou a lista dos apps usados para crimes virtuais, ele serviu como isca em 99% dos casos de ameaças detectadas. O que é perfeitamente justificável quando comparamos com a lista de aplicativos mais utilizados para dar aulas. 

Essa tipologia de cibercrime mencionada na pesquisa ocorre quando os criminosos simulam o app educacional e o usuário, ao baixar, recebe a ameaça em seu dispositivo ou desktop. O relatório lista: riskware como mais de 90% dos crimes, adware como 7% dos crimes e trojans como 1% dos cibercrimes.

No entanto, a prevenção a eles é simples: é preciso ter programas de proteção a vírus instalado no computador ou mobile e baixar apps somente de lojas oficiais.

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